Não foi numa garagem, como a Microsoft ou a Amazon, mas numa pequena sala de 12 m2 que surgiu a F3M. Conta a história que, em 1987, quatro jovens recém-licenciados em Engenharia de Sistemas e Informática não queriam trabalhar por conta de outrem e decidiram criar a sua própria empresa tecnológica. Nesse ano, Pedro Fraga, António Magalhães, António Murta e Carlos Moura fundavam a F3M – o nome conjuga as iniciais dos seus apelidos – com o objetivo de desenvolverem software à medida para empresas de média e grande dimensão. Hoje, a tecnológica portuguesa é especialista na conceção, desenvolvimento e implementação de software à medida para mercados verticais (setor social, óticas, têxtil, unidades de saúde e empreendimentos) e no fornecimento de soluções de infraestrutura tecnológica, telecomunicações, software de gestão e serviços de consultoria. Sérgio Agrelos, chief operating officer da F3M, dá-nos alguns exemplos do que a empresa desenvolveu recentemente: “O PRODUZ que é um ERP para o setor têxtil (confeções e tecelagens), o PRISMA que é um software específico para a gestão de óticas, e o ESocial que é um software que cobre de forma absolutamente transversal todas as necessidades ao nível de gestão informática das IPSS (Instituições Particulares de Solidariedade Social)”. A F3M trabalha no mercado da economia social onde tem 3 mil clientes, e nas óticas onde rondam os 1200 clientes. No total, de acordo com o responsável, a tecnológica tem “mais de 6 mil clientes nos diversos setores em que atua”. Na conquista deste leque de clientes, o chief operating officer da F3M considera a solução de renting da GRENKE essencial. “Apresentarmos aos nossos clientes uma solução de renting de uma empresa com a credibilidade da GRENKE é sempre um fator diferenciador e muitas vezes decisivo para o fecho do negócio. A possibilidade que é dada ao cliente de efetuar um determinado investimento através de rendas substancialmente mais suaves do que através de um pagamento ‘one shot’ é muitas vezes um excelente argumento comercial em que todos ficam a ganhar – GRENKE, cliente e F3M.” No ano passado, a empresa ultrapassou os seis milhões de euros de faturação.