Num mundo em constante mudança, onde as tendências de consumo se tornam cada vez mais exigentes e voláteis, existe um apelo à constante capacidade de adaptação das empresas e empresários. Por trabalhar diretamente com o consumidor final – seja ele o público em geral, empresas ou outras instituições – o comércio a retalho é, frequentemente, o primeiro a identificar tendências ou alterações nos padrões de consumo. É também o primeiro a sentir necessidade de se adaptar às novas exigências de mercado.

Este setor assume um papel de relevo no tecido empresarial português tanto pelo número de empresas que abarca como pelo número de trabalhadores que o constitui. Em 2017, o comércio retalhista contava com o impressionante número de 134 mil empresas, empregando o maior número de trabalhadores do setor (57,6%). A informação apresentada pelo INE mostra uma evolução positiva do setor tanto no comércio em geral como no subsetor do comércio a retalho. De acordo com a mais recente estatística de comércio disponível, em 2017 as empresas de comércio apresentaram resultados positivos nos principais indicadores económicos, registando um crescimento do volume de negócios (+6,9%), do pessoal ao serviço (+2,5%) e da margem da empresa (+6,0%). Já o subsetor do comércio a retalho representou 35,8% do volume global do comércio em Portugal, tendo apresentado um crescimento de 5,8% do volume de negócios, 2,6% do pessoal ao serviço e 4,1% na margem da empresa. De acordo com o relatório do INE, em 2017, os produtos de alimentação, bebidas e tabaco geraram o maior volume de negócio do setor retalhista (32,8%), seguindo-se os combustíveis e outros produtos novos, onde se incluem também os artigos de ourivesaria e relojoaria, material fotográfico e ótico, produtos de limpeza (22,9%) e o vestuário, produtos médicos e farmacêuticos, artigos de higiene (22,1%).

Mais recentemente, após uma ligeira desaceleração registada em fevereiro e março de 2019, abril voltou a registar uma tendência positiva no setor retalhista. O índice de volume de negócios no comércio a retalho cresceu 2 pontos percentuais, fazendo-se acompanhar por um incremento do índice de emprego em 2,1%.

Para sustentar esta evolução, o mercado retalhista continua a enfrentar alguns desafios. Por um lado, é necessário atentar e acompanhar a evolução dos padrões de consumo, por outro é preponderante assegurar a capacidade de adaptação à mudança por parte das empresas. Agir de forma célere e eficaz é essencial para garantir a sustentabilidade e máxima rendibilidade empresarial.

A análise e o acompanhamento em tempo útil da atividade, tal como a definição estratégica e as escolhas de formas de financiamento, faz toda a diferença na gestão empresarial. Para além de ferramentas de controlo que permitam, numa primeira fase, monitorizar e identificar nichos mais/menos rentáveis, é necessário dotar as empresas de formas de financiamento alternativas que se adaptem de forma mais correta ao ciclo de vida dos investimentos, sem criarem constrangimentos de tesouraria.

Pela simplicidade, celeridade e eficácia do produto que fornece a clientes e a parceiros de negócios, a GRENKE tem vindo a posicionar-se como um dos parceiros preferenciais das empresas. Os dados mostram que, em apenas quatro anos, o volume de negócios conseguido no setor do retalho cresceu 66%, de 3 milhões de euros em 2015 para 5 milhões de euros em 2018 (1).

(1) Valor de negócios no retalho

Pese embora o decréscimo registado no ramo do vestuário, tanto o retalho alimentar como o comércio a retalho não especificado cresceram significativamente. Foi neste último que registámos a evolução mais expressiva, tendo-se registado crescimentos de 93% face a 2015 (2).

Sabemos que numa era de constante mutação, os negócios não se compadecem na espera de respostas e soluções. Na GRENKE trabalhamos diariamente para que os novos desafios do mercado se tornem em grandes oportunidades de negócios para os nossos clientes e parceiros.

(2) Evolução setorial