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Novos Negócios  |   07 Mar 2017

Porque é que temos um website? Para comunicar com os nossos clientes, parceiros e investidores. No entanto, para sermos bem-sucedidos nesta matéria, neste canal de comunicação, devemos acompanhar e adotar algumas tendências em termos de webdesign. Inevitavelmente. E porquê? Porque, nos dias de hoje, por exemplo, para atrair as pessoas para a nossa página na internet, temos que oferecer uma experiência de navegação rápida, apelativa e direta. User friendly, sobretudo. É o que os internautas de hoje querem, principalmente nesta era cada vez mais mobile.
Uma das tendências, que de há alguns anos para cá ainda se mantém, é a criação de single page websites. Isto é, websites de páginas únicas em que o utilizador vê todo o conteúdo fazendo apenas scroll down ou up na página. Esta tendência pode ser utilizada sobretudo por pequenas empresas ou startups, para as quais nem sempre é necessário ter um website com várias secções com conteúdo a explicar a sua missão, valores, serviços. Aliás, e de acordo com alguns especialistas, as empresas que se apresentem assim e o seu conteúdo for vago, fraco e curto poderá passar a sensação que falta alguma coisa, alguma informação. E isso não transmite uma imagem muito profissional, concorda? Os websites de página única podem ser o suficiente, mas certifique-se primeiro que é o seu caso. As maiores vantagens deste tipo de website são: a simplicidade e a facilidade na navegação, ao evitar que o utilizador clique nas várias secções existentes; mais apelativo, uma vez que estes websites apostam em imagens de grande dimensão; é mobile friendly, visto ser um website de uma só "coluna", o que é perfeitamente adaptável a qualquer ecrã; e por último, permite contar a sua história, a da sua empresa, mais facilmente devido à estrutura de página única.
Existem no mercado diferentes plataformas que permitem criar single page websites. Uma delas é a Strikingly, lançada em 2012. Seth Godin, conhecido autor de livros sobre negócios e marketing, é utilizador desta ferramenta. E como funciona? A solução defende ser simples e acessível, não sendo necessária qualquer experiência em programação ou design. Depois do registo, os utilizadores devem escolher um dos templates disponíveis. Existem templates para business/project, personal e portfolio. Depois é só clicar para começar, que automaticamente nos deparamos com um interface de edição onde podem ser feitas todas as mudanças. Podemos escolher o background, as cores. Podemos mudar o texto, a fonte. Podemos criar uma loja, um blog. O mais interessante desta plataforma? É possível transformar também o nosso perfil no LinkedIn num website. Ou seja, se quiser, poderá criar de forma gratuita e à distância de um clique a sua página pessoal e profissional. De acordo com informações da Strikingly é possível "adicionar um vídeo de fundo dinâmico para capturar instantaneamente a atenção do público; exibir o feed do Instagram para promover as suas aventuras e passatempos; apresentar o seu portfolio; fazer o upload de uma versão em PDF do seu currículo; listar depoimentos de colegas ou chefes; criar um blog para partilhar a sua experiência e ideias sobre liderança".
A plataforma Strikingly é gratuita, mas tem planos pagos que vão desde os 8 a 16 dólares. A vantagem dos pacotes pagos: pode-se personalizar o domínio.

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